IBOVESPA 113.175 pts (+0.15%) – Ibovespa sobe com liquidez reduzida

Os mercados começam a semana devagar e a segunda-feira (11) deve ser de menos negócios no mercado financeiro.

Isto porque aqui no Brasil, o feriado de Nossa Senhora Aparecida, amanhã, deve roubar a liquidez.

Além disso, nos Estados Unidos, o mercado de títulos do Tesouro está fechado em razão do feriado nacional do Dia de Cristóvão Colombo.

Apesar da expectativa de lentidão, o dia começou com uma notícia boa nos EUA.

A farmacêutica norte-americana Merck e a Ridgeback Biotherapeutics protocolaram hoje um pedido de autorização para uso emergencial de seu medicamento antiviral para o tratamento da covid-19 em adultos, a pílula molnupiravir.

O pedido foi feito à agência americana de alimentos e medicamentos (FDA, na sigla em inglês) com base nos resultados positivos de um estudo de fase 3, que mostrou que o remédio diminuiu o risco de hospitalização e morte em 50% em pacientes adultos com covid-19 em casos moderados, com risco de progressão para grave.

As bolsas ficaram bem animadas quando os resultados do estudo foram divulgados.

Além disso, os investidores continuam de olho em dados de inflação e em qualquer sinal do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sobre o começo da retirada dos estímulos à economia. E ainda vem temporada de balanços por aí, que começa com os bancos.

Os mercados começam a semana devagar. Aqui no Brasil, o mercado monitora hoje as projeções do Relatório Focus, que aponta as estimativas medianas das consultorias e instituições financeiras para os principais indicadores da economia.

No centro, estão as expectativas para a inflação e a Selic, enquanto o mercado debate até onde o Banco Central vai aumentar a taxa básica de juros para controlar a alta generalizada dos preços.

Além disso, qualquer notícia sobre como o governo pretende viabilizar o Auxílio Brasil, o novo Bolsa Família, e a prorrogação do auxílio emergencial interessa aos investidores, já que a situação das contas públicas preocupa.

Conforme o Valor, em meio a indefinições, integrantes do governo começam a cogitar o acionamento da cláusula de calamidade pública.

O dispositivo foi criado na chamada PEC Emergencial e permitiria a renovação do atual benefício criado na pandemia sem as amarras das regras fiscais.

A justificativa seriam os impactos sócio-econômicos da pandemia, que aumentou muito a pobreza e a fome no país. Pela regra estabelecida, ao se apertar o botão da calamidade (que é enviada pelo presidente e precisa ser aprovada no Congresso), os gastos relativos à finalidade para o qual foi proposta estariam liberados e as regras fiscais ficariam suspensas. O mercado pode não gostar disso.

Fonte: Valor Investe

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